terça-feira, 19 de março de 2013
Filho és......
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 13 de março de 2011
uma geração em manifestação.
Outro; onde, ontem,a terra mexeu,
e hoje, o "Sócrates" sobreviveu?
De "Parva que sou" a " A Luta é Alegria"
São os hinos da geração em luta.
Sendo que, desta terra fugia,
ou, para canto, os problemas se chuta?
A geração está "á rasca",
mas o que terá mudado?
Os frutos na sua casca,
ou, o político que está acabado?
E eu, aqui, a tentar vencer...
... vencer, o dia-a-dia,
mas que planos vou fazer,
se tudo é mera fantasia.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Sou Ferreiro, das bandas da Figueira
sábado, 25 de dezembro de 2010
Noite de Natal
Depois das voltas e voltas que já dei na cama, decidi levantar-me.
Sinto-me estranha, como se fosse um boneco animado nas suas histórias irreais e imaginárias.
Começo a descer as escadas devagar, a tentar ver a distância de um degrau para o outro para não cair, e não sinto os degraus nos pés.
Só me vem à memória o único presente que desejei em toda a minha vida ter. Um urso enorme, que quando ia a passear na rua via sempre numa montra de uma loja, quando era mais nova. Dês desse dia, aquele ursinho castanho claro de pêlo verdadeiro, com um laço azul-escuro ao pescoço, um fato azul vivo no corpo e com um chapéu e sapatos pretos, não me saí da cabeça. Pedi-o vezes sem conta, mas nunca o consegui ter.
Abri a janela e vi a neve a cair nas minhas mãos, talvez fria como dizem os livros, eu não a sinto.
Não sei que dia é hoje, que horas são, nem quanto tempo passou depois da última vez que saí à rua. Estou sozinha, talvez à anos. Ver a chuva a cair, o sol a brilhar, é a minha rotina.
No meio de tanto sentimento estranho, sentei-me no cadeirão vermelho da sala onde se costuma sentar sempre um homem de barba grande, gordinho, sempre vestido de vermelho, em tempos passados. Costumávamos estar os dois à beira da lareira, ele no seu cadeirão e eu numa cadeirinha de madeira.
Acendi a lareira para ver apenas a chama acesa nesta sala enorme e vazia.
No meio de tanto silêncio diário ouvi uns barulhos, vi o fogo a tapar-se de preto com o carvão da chaminé. Corri para a janela e vejo uma pequena árvore bicuda, muito verde, com luzes e bolinhas de todas as cores a nascer devagar, parece magia dos contos de fadas.
Olho para a porta, e vejo alguém já de barba branca, de bengala, barrete vermelho, e a mesma roupa vermelha que usava à tempos, é o meu companheiro.
Trazia um embrulho na mão, entregou-mo e sentou-se no seu cadeirão. Olhei mais que uma vez, e abri o embrulho. Abri o saco, rasguei o papel, era uma caixa de cartão, espreitei e vi .. vi.. vi …
Comecei a sentir os meus lábios a abrirem, e os meus dentes a sentir o vento, um sorriso , era o meu urso. Sentei-me na minha cadeirinha, ele deu-me a sua mão e voltei a senti-la a apertar a minha, como não sentia à muito tempo.
Talvez hoje, seja noite de Natal.
terça-feira, 20 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O pai Natal bateu à porta
O Pai Natal bateu à porta
Fez um grande chinfrim,
E para o consolar
Fiz-lhe uma bola de Berlim.
Acordei quando ele entrou,
Um grande saco com presentes eu vi,
Ele só para mim falou:
“Este presente é para ti “
Ofereci-lhe um “ obrigado “ carinhoso
Pois mais nada lhe podia dar
Sei que ele não se importa
Porque eu me sei comportar.
A noite ainda é grande
E ele muito tem que fazer,
Os meninos são muitos,
E os presentes tem que oferecer.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Ao Bacalhoeiro
LIÇÕES DO TEMPO, MARCARAM GERAÇÕES,
AI, MEU DEUS, QUANTAS LÁGRIMAS CAÍDAS, .
QUANTA DOR, NO SOL-PÔR DAS NOSSAS VIDAS,
QUANTAS SAUDADES... SAUDADES,
SAUDADES TANTAS...
DO TEU CALOR, MEU. AMOR, NAS NOSSAS MANTAS.
'
PASSAVA O TEMPO... MUITO LENTO, MUITO LONGO,
PARAVA O TEMPO, NESSE TEMPO QUE VIVI,
AOS PÉS DA CRUZ, UMA LUZ, A CREPITAR,
NO AREAL , MINHA VOZ, A SOLUÇAR,
À .BEIRA-MAR, ESTAVA MAIS PERTO DE TI.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Poema do 122º Aniversario S.A.M.C.
ONDE O FERREIRO QUEIMOU MÁGOAS, AGONIAS,
CANTOU TAMBÉM, ALEGRIAS NO SEU PRANTO
E ETERNIZOU DE GERAÇÃO, EM GERAÇÃO,
UMA CANÇÃO "CARVALHAIS, TERRA DE ENCANTO"!
FOI ESTE AMOR, ESTA RAÇA, ESTA AMBIÇÃO,
FEZ DESTE POVO, POR GRAÇA OU POR CONDÃO,
GENTE DIFERENTE, UM CARTÃO DE VISITA,
AQUI A ARTE, O RIGOR É A NOSSA VOZ,
LIÇÃO DE OUTRORA, LEGADA PELOS AVÓS,
HOJE E AGORA, NOSSA HERANÇA BENDITA.
CENTENÁRIA, DUAS DÉCADAS, DOIS ANOS...
CONTA ASSIM A NOSSA ARTE, SEM IDADE,
É SEMPRE FRESCA, QUANDO PASSA À MINHA RUA,
É CHAMA ACESA, ESTA BANDA MINHA E TUA,
É MINHA ALDEIA... MEU PAÍS ! MINHA CIDADE !
Al, QUANTO ORGULHO, QUASE DÓI CÁ DENTRO O PEITO,
PARA TE SAUDAR, POR GOSTAR MUITO A MEU JEITO,
QUERO-TE ABRAÇAR... QUE CONTES MUITOS MAIS ...!
VIVA A MÚSICA, ESTA ARTE PURA E NOBRE,
QUE TEU PERFIL, POR ANOS MIL, NUNCA S£ DOBRE,
E EU ...LÁ LONGE..., DECERTO PERTO DOS TEUS IDEAIS,
GRITO COM A ALMA, VIVA CARVALHAIS .
domingo, 8 de março de 2009
Embalando lembranças
Embalando lembranças
Arquivei o que era
O passado que gravei
Na pasta do coração.
Momentos em folhas de cores,
Histórias em folhas de sépias,
Saudades em vazio,
Que transcrevem a transparência.
Paginas que achei necessário,
Apagar por segundos.
Letras que ouvi,
Palavras que senti,
Frases que escrevi,
Textos que li,
incontáveis como gotas de chuva!
Voz em balada,
No sopro do vento,
No arrepio do alento.
Sorrisos que fiz,
Lágrimas que chorei,
Sentimentos guardados,
Solidão abandonada.
Momentos que no tempo passaram,
E na mente ficaram.
Um mar de memórias adormece
Num sorriso embalado!
Vera Pereira
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Concurso de poemas
Então, peguem num papel e escrevam em poema algo sobre os Carvalhais.
Metam titulo no poema e no fim o nome do autor do poema.
Podem enviar o dito poema para aqui deixando um comentário.
O poema não será logo publicado depois verão como será. Todos os poemas serão publicados. Em tempo oportuno haverá uma data limite para enviarem os poemas devido a eu pensar numa votação.
Para o poema os requisitos são: Ser sobre os Carvalhais, ter titulo e nome do autor.
Espero que apareçam muitos poemas.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Cinco tostões de diospiros



sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Alperce - O gato que se Julgava Rei Mago



Aqui fica um conto de Natal escrito pela nossa Carvalhense Lídia que foi publicado nos suplementos do "Diário das Beiras" em 2007








