terça-feira, 16 de julho de 2013

Encontro de Bandas

Para além de inúmeras visitas ao concelho da Lourinhã e à Região Oeste, deve-se destacar igualmente o encontro de bandas que terá lugar no Moita dos Ferreiros no dia 20 de Julho e onde participará  a banda da Filarmónica  de Carvalhais de Lavos. O concerto terá  início às 21h00. 
 O concerto integra-se num programa de intercâmbio entre as duas Filarmónicas,  Sociedade Artística Musical Carvalhense e Banda Filarmónica da Sociedade Lírica Moitense que teve presente no  encontro de Bandas Filarmónicas organizado pela Sociedade Artística Musical Carvalhense no Sábado dia 15 de Maio 2010

Festa da Comunidade Lavoense 2013

IDA A BANHOS
21 julho / Ida a Banhos
• 10h00
Concentração junto à Escola Primária
Desfile até à Praia Costa de Lavos

"obrigatório o uso de Fatos de Banho Antigos"
• 12h30 
Almoço convívio no Parque de Merendas
Animação musical pelo grupo Taboeira

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Encontro de Bandas

Origens de Atouguia da Baleia
Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

Portanto, nestes estuários, lagoas e abras grandemente existentes na Costa Atlântica da Península Ibérica, não faltava alimentação natural, aos primitivos povoadores humanos, ai instalados.
- See more at: http://www.atouguiadabaleia.net/custompages/showpage.aspx?pageid=6e35d3ac-7171-4ed2-a862-e9ac66cbfb27&m=b13#sthash.YQN5zW91.dpuff
Origens de Atouguia da Baleia
Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

Portanto, nestes estuários, lagoas e abras grandemente existentes na Costa Atlântica da Península Ibérica, não faltava alimentação natural, aos primitivos povoadores humanos, ai instalados.
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Origens de Atouguia da Baleia
Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

Portanto, nestes estuários, lagoas e abras grandemente existentes na Costa Atlântica da Península Ibérica, não faltava alimentação natural, aos primitivos povoadores humanos, ai instalados.
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Origens de Atouguia da Baleia
Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

Portanto, nestes estuários, lagoas e abras grandemente existentes na Costa Atlântica da Península Ibérica, não faltava alimentação natural, aos primitivos povoadores humanos, ai instalados.
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Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

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Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

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Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

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Sabe-se pelo estudo da ciência antropológica que muitos milénios antes da era Cristã já a Península Ibérica era habitada por povos de raças e origens diversas, e que estes povoadores se aglomeravam especialmente, formando povoados castrejos nos planaltos serranos, ou ainda com mais incidência junto dos grandes estuários, baías ou abras dos rios existentes ao longo da Costa Atlântica da Península Ibérica.

Como a sobrevivência desses povos dependia dos recursos naturais da época. Tais como; a caça, a pesca, e muitos frutos silvestres, então existentes.

Eis pois aqui, uma das muitas razões que os levavam, a assim procederem, procurando preferencialmente esses locais para sua habitação e sobrevivência.

Nesses estuários abundavam grandes e variadas quantidades de peixes e outros afins, da fauna marítima, tais como cetáceos de grandes proporções que ali recorriam para se alimentarem das espécies suas preferidas, o que muitas vezes lhes era fatal essa ousadia.

Nestas lagoas imensas de águas temperadas e semi-cálidas, também existiam em abundância muitas espécies de crustáceos e bivalves que ao tempo os habitantes de suas margens consumiam em grande quantidade para sua alimentação quotidiana, como se comprova pela existência fóssil dos muitos concheiras achados em locais que foram habitados por povos coevos dessas eras.

Além da fauna marítima tão propícia à sobrevivência dos nossos antepassados humanos também a luxuriante flora circundante os favorecia como coutada de caça onde abundavam imensas espécies de animais selvagens, (algumas de grande porte) tais como; o touro, o javali, o veado, etc; Além de muitas outras de menor tamanho; como a lebre, o coelho, e outras, de sua ordem.

Devido ao contínuo processo erosivo da crosta terrestre provocado pela pluviosidade enorme nessas eras, muitos sedimentos aluvionosos iam sendo colocados nas margens dessas lagoas, dando aso a que se formassem enormes sapais ao seu redor, criando autênticos paraísos de sobrevivência às aves migratórias que a eles recorriam para nidificar e se alimentarem da grande profusão de répteis e outras espécies necessárias à sua preservação.

Portanto, nestes estuários, lagoas e abras grandemente existentes na Costa Atlântica da Península Ibérica, não faltava alimentação natural, aos primitivos povoadores humanos, ai instalados.
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 VI Encontro de Bandas Filarmónicas ATOUGUIA  DA BALEIA  sábado 6 de Julho 2013
com participação da Sociedade Artística Musical Carvalhense  e
Banda Filarmónica de Vila Nova de Tazem
Banda da Sociedade Filarmónica União 1º de Dezembro de 1902
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

S.Pedro

Calor  não afastou
fiéis do padroeiro S. Pedro
Cova Gala festejou  o dia do seu padroeiro, com as cerimónias a  inserirem as respectivas procissões  e homenagens
 A  Banda Filarmónica  da Sociedade Artística Musical Carvalhense
abrilhantou a festa de S.Pedro nos dias 27,29,30 de Junho de 2013






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