Assim sendo, realça o vereador do PSD, pecam por não terem em conta
as avaliações realizadas em 2012. Recorde-se que as Finanças
comprometeram-se coma troika a atualizar as avaliações de todos os
imóveis do país até finais do corrente ano. Porém, a tarefa ciclópica só
deverá fiar concluída no final do primeiro trimestre de 2013.
Na reunião de câmara, João Ataíde avançou que a subida representava
uma receita adicional de 50 mil euros. O lapso do presidente da Câmara
da Figueira da Foz – com um erro de cálculo de meio milhão de euros – e
outras contas de cabeça que foram feitas na altura, leva Miguel Almeida a
falar em “trapalhada”. E constata que “ninguém levava as contas
feitas”.
A oposição também se esqueceu da calculadora em casa. “Não precisava
de levar contas porque sabia que o aumento do IMI não é necessário para
cumprir o Plano de Saneamento Financeiro (PSF) da autarquia”, justifica o
social-democrata. Por outro lado, afirma: “contam-se pelos dedos de uma
mão as autarquias que aumentaram o IMI”.
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