sexta-feira, 30 de março de 2012
Navio Escola Sagres na nossa cidade... visite
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Hora do Planeta
Muitas pessoas não sabem o que significa a Hora do Planeta.
A Hora do Planeta é uma campanha de sensibilização criada pela WWF (World Wildlife Fund), uma organização sem fins lucrativos de protecção ambiental.
E como e onde é que começou esta campanha?
Esta campanha começou em 2007 em Sidney, Austrália, onde cerca de 2,2 milhões de Habitações e empresas decidiram apagar as luzes por uma hora para alertar os cidadãos sobre as alterações climáticas. A campanha foi um sucesso e no ano seguinte tornou-se mundial onde cerca de 50 milhões de pessoas em 55 países aderiam esta campanha. Em 2009 Portugal juntou-se a esta campanha com 11 Cidades Portuguesas.
No ano passado 5200 cidades em 135 países participaram nesta campanha.
Participa, cria o teu próprio evento, partilha esta hora com os teus amigos, desafia o Mundo mas não nos podemos esquecer que temos de ir para além da hora!
É já Sábado das 20:30 até as 21:30.
Aqui fica os vídeos da campanha deste ano
Rúbrica
hora do planeta,
proteja o ambiente
segunda-feira, 26 de março de 2012
Eventos da Nossa Freguesia
UMA NOITE DIVERTIDA DE KARAOKE COM CILO´S KARAOKE NA CASA DO POVO DE LAVOS IPSS NO SÁBADO PASSADO DIA 24 DE MARÇO NO BAR DA CPL-IPSS
domingo, 25 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
Hoje muda a hora... Não se esqueçam
Esta noite dorme-se menos... Não se esqueçam da mudança da hora. Quando o relógio marcar 1 já são 2.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Procissão Senhor dos Passos
Acompanhe também a Filarmónica da Sociedade Artística Musical Carvalhense

Vista do estuário do Mondego em gravura do sec. XVII
Vista do estuário do Mondego em gravura do sec. XVII. Vê-se perfeitamente a antiga Vila de Lavos que as areias cobrem
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Festas das Sopas
Festa das sopas no centro social da Cova Gala, com participação cultural do grupo «Cantares do meu canto» do Centro Recreativo Cultural Carvalhense de Carvalhais de Lavos
domingo, 18 de março de 2012
Foral
Foral de Lavos passado pelo Rei Dom Manuel I em 1519.
Lavos, a História de um Foral
O povoamento poderá ter sido iniciado em meados do século XII, do qual se encarregou o Bispo de Coimbra, João Anaia (1148-1154). Já foi Couto, Vila e Sede de Concelho, foi Priorado da apresentação alternativa ao Pontífice, Rei, Bispo e Cabido da Sé de Coimbra, do termo de Montemor-o-Velho.
O Couto de Lavos foi doado em testamento pelo Abade Pedro à Sé de Coimbra em 1100, com seus limites: a Igreja de S. Julião, junto à foz do Mondego e a herdade de Lavalos (Lavalos é a Vila de Lavaos, depois sepultada nas areias, que o cronista dos regrantes, D. Nicolau de Santa Maria, diz ter sido coutada e doada por D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, segundo carta de confirmação de Dezembro de 1166), ou Lavaos com seus termos, Casseira, S. Veríssimo e Fontanela, além de S. Martinho do Couto, junto a Coimbra. Não sem manifestar a sua dedicação àquela Sé Catedral de Santa Maria, em seus legados, faleceu aquele Eclesiástico no ano de 1100; depois desta data, a região de Lavos voltou a ser assolada pelos sarracenos, com guerras e “fossados” (investidas ou correrias) que, além de epidemias e das fomes consecutivas, mais contribuíram para fazer escassear o povoamento. Só depois, da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, em 1147, se povoou de vez esta região, de que se encarregou o Bispo de Coimbra.
Mais tarde, em Janeiro de 1217 foi feita a concessão do Foral por D. Afonso II, a povoação tinha então o nome de “Lavos da Marinha“.
O antigo couto de Lavos, de forma quadrilátera, estendia-se no maior comprimento, no sentido norte-sul, a confinar remotamente: ao norte, com o Mondego; a leste, com a “fonte” (nascente) de Cavaleiros, seguindo depois pela cumeada e descendo pelo paúl e rio Mondego contiguamente ao couto de Seiça; a oeste, o oceano; e a sul, ainda a Mata de Seiça, (caminho que vai para a fonte Covo) desce à lagoa da Ervedosa (Ervedeira), seguindo depois pelo Pinhal até chegar ao mar.
Teve novo Foral de D. Manuel I em 20 de Dezembro de 1519. A Freguesia foi um Priorado da apresentação alternativa do Papa, do Rei, do Bispo e do Cabido da Sé de Coimbra. Passou, depois, a ser da apresentação do ordinário e de concurso. Lavos e as povoações vizinhas assentam nos areais ao sul do Mondego. A primitiva povoação desapareceu pouco a pouco, sob a areia. A transferência da Igreja Matriz marcou a da Freguesia nos meados do séc. XVIII.
Lia Costa
Lavos, a História de um Foral
O povoamento poderá ter sido iniciado em meados do século XII, do qual se encarregou o Bispo de Coimbra, João Anaia (1148-1154). Já foi Couto, Vila e Sede de Concelho, foi Priorado da apresentação alternativa ao Pontífice, Rei, Bispo e Cabido da Sé de Coimbra, do termo de Montemor-o-Velho.
O Couto de Lavos foi doado em testamento pelo Abade Pedro à Sé de Coimbra em 1100, com seus limites: a Igreja de S. Julião, junto à foz do Mondego e a herdade de Lavalos (Lavalos é a Vila de Lavaos, depois sepultada nas areias, que o cronista dos regrantes, D. Nicolau de Santa Maria, diz ter sido coutada e doada por D. Afonso Henriques ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, segundo carta de confirmação de Dezembro de 1166), ou Lavaos com seus termos, Casseira, S. Veríssimo e Fontanela, além de S. Martinho do Couto, junto a Coimbra. Não sem manifestar a sua dedicação àquela Sé Catedral de Santa Maria, em seus legados, faleceu aquele Eclesiástico no ano de 1100; depois desta data, a região de Lavos voltou a ser assolada pelos sarracenos, com guerras e “fossados” (investidas ou correrias) que, além de epidemias e das fomes consecutivas, mais contribuíram para fazer escassear o povoamento. Só depois, da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, em 1147, se povoou de vez esta região, de que se encarregou o Bispo de Coimbra.
Mais tarde, em Janeiro de 1217 foi feita a concessão do Foral por D. Afonso II, a povoação tinha então o nome de “Lavos da Marinha“.
O antigo couto de Lavos, de forma quadrilátera, estendia-se no maior comprimento, no sentido norte-sul, a confinar remotamente: ao norte, com o Mondego; a leste, com a “fonte” (nascente) de Cavaleiros, seguindo depois pela cumeada e descendo pelo paúl e rio Mondego contiguamente ao couto de Seiça; a oeste, o oceano; e a sul, ainda a Mata de Seiça, (caminho que vai para a fonte Covo) desce à lagoa da Ervedosa (Ervedeira), seguindo depois pelo Pinhal até chegar ao mar.
Teve novo Foral de D. Manuel I em 20 de Dezembro de 1519. A Freguesia foi um Priorado da apresentação alternativa do Papa, do Rei, do Bispo e do Cabido da Sé de Coimbra. Passou, depois, a ser da apresentação do ordinário e de concurso. Lavos e as povoações vizinhas assentam nos areais ao sul do Mondego. A primitiva povoação desapareceu pouco a pouco, sob a areia. A transferência da Igreja Matriz marcou a da Freguesia nos meados do séc. XVIII.
Lia Costa
Discovery Channel-Como fazem Isso-Papel-Em portugal
Processo de fabrico do papel feito pelo "Discovery Chanel" no programa "Como Fazem Isso". Gravado em portugal na fábrica da Soporcel na Figueira da Foz....
sábado, 17 de março de 2012
Formação
terça-feira, 13 de março de 2012
Frase
“
Economia portuguesa está a ajustar-se de forma mais rápida que o esperado”

Carlos Moedas, Sec. Estado Adjunto
Concelho da Figueira da Foz pode perder cerca de metade das freguesias
A Figueira da Foz não passou ao largo da vaga de contestação à Reforma daAdministração Local (RAL). Os critérios da primeira versão punham em causa a autonomia administrativa de freguesias históricas como Alhadas, Maiorca e Lavos. E também das urbanas- S. Julião (9686 habitantes), Buarcos (8602 habitantes), Tavarede (9441 habitantes) e S. Pedro (2910 habitantes). Vila Verde (2 968 habitantes) podia ficar como está.
Entretanto, foram alterados os critérios, agora plasmados na versão aprovada em fevereiro no Parlamento. No entanto, as dúvidas mantiveram-se, bem como a contestação. Ironias do destino, algumas das freguesias que na primeira versão podiam ser agregadas, poderão vir a agregar os seus vizinhos. Todavia, ainda nada está garantido
Fonte: AS BEIRAS
segunda-feira, 12 de março de 2012
Frase
“Candidatos [ao título] são os que gastaram mais dinheiro para isso”

Hugo Viana, jogador do Sp. Braga
Efeméride: 241 Anos sobre a elevação da Figueira da Foz à categoria de Vila
Hoje, dia 12 de março, completam-se 241 anos sobre a elevação da Figueira da Foz à categoria de Vila (1771). Também neste dia completam-se 30 anos sobre a inauguração da Ponte Edgar Cardoso (1982 – ano em que se comemorou o Primeiro Centenário da Elevação a Cidade da Figueira da Foz). Também conhecida como Ponte da Figueira (unindo as duas margens do Rio Mondego), foi desenhada pelo engenheiro Edgar António de Mesquita Cardoso |
domingo, 11 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Hoje no CRCC ---- FESTIVAL DE ROCK
Johnny Dead Radio é uma banda da Figueira da Foz, formada no início de 2011, num contexto revivalista e de gostos variados que seguem as novas tendências do rock. Johnny Dead Radio trazem-nos um olhar sobre a sociedade em que os valores permanecem sólidos nas suas musicas e na atitude em palco.
Ivo Gil - vocals, guitar
Dany Lebre - drums
Victor Bertier - keyboards, guitar
Jonny Five - bass
Victor Guerra - Guitar & Back Vocals
Rafael Marques - Guitar & Back Vocals
Zé André Figueira - Drums & Back Vocals
Ivo Gil - vocals, guitar
Dany Lebre - drums
Victor Bertier - keyboards, guitar
Jonny Five - bass
Casket Kings
André Lemos - Slappin' Bass & VocalsVictor Guerra - Guitar & Back Vocals
Rafael Marques - Guitar & Back Vocals
Zé André Figueira - Drums & Back Vocals
O projecto Dúvida 413 começou como uma banda desenhada criada por mim em 2001, nasceu a partir de uma história que ligava a ficção científica com a realidade dos nossos dias.
Em 2002 comecei a integrar o conceito da Dúvida 413 na música, através da minha banda de Rock Alternativo “Human Slats”, chegando a gravar uma maqueta intitulada D413. Depois de algum tempo conclui que o projecto Dúvida 413 não se identificava com a sonoridade praticada pelos Human Slats, iniciando assim a composição de temas como “ophiner4” e “future live”, músicas numa vertente mais electrónica, ainda que com algumas influências de Rock Alternativo.
Em 2003 começaram as primeiras actuações ao vivo, utilizando um Pc e projecções de vídeo para ajudar a dar vida à narrativa por mim criada.
Em 2007 o projecto Dúvida 413 dá um passo em frente, tentando transformar-se numa banda com vários elementos.
Em 2009, a Duvida413 permanece dois elementos Victor Santos e seu irmão Alexandre Santos. Após várias actuações nas Fnac de todo Portugal, A Duvida 413 pretende com a apresentação do novo album prevista em Janeiro de 2010, avançar para os palcos de renome, nacionais e internacionais. quinta-feira, 8 de março de 2012
Novos Corpos Gerentes 2012
A TOMADA DE POSSE ACORREU NO PASSADO DIA 28 DE FEVEREIRO DE 2012 NA SEDE DESTA COLECTIVIDADE.
O Blog dos Carvalhais deseja aos eleitos votos de bom trabalho e as melhores felicidades.

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Dr. António Manuel Costa Gomes da Silva
Vice-presidente: Eduardo Ramos Coronel
1.° Secretário Arlindo Curado Norte
2.° Secretário Manuel da Silva Pedrosa
CONSELHO FISCAL
Presidente: José Lopes Carvalho
Vogal: Rogério da Silva Loureiro
Vogal: Carlos Rodrigues Sousa
SUPLENTE
Presidente: Virgílio Ribeiro Craveiro
Vogal: Gilberto Viera Seco
Vogal :Manuel Oliveira Costa
DIRECÇÃO
Presidente: Odália Maria Gaspar Rodrigues Reais Pinto
Vice Presidente: Acácio Jordão Marques
1.° Secretário: Célia Maria Sousa
2.° Secretário: Paulo Oliveira
Tesoureiro :Agostinho Moreira Gonçalves (Sr. Pinho)
Vogais: Vítor Beja
Manuel Neves
Evaristo Reveles
Mário Alberto Pinto de Oliveira
Alcides Antunes
Adelino Relvas
José Paiva
Manuel Morgado
Licínia Moura
José Luís de Sousa
Suplentes: Pedro Neves Penetra
José Lino Ferreira
O Blog dos Carvalhais deseja aos eleitos votos de bom trabalho e as melhores felicidades.
SPORT CLUB DE LAVOS

ASSEMBLEIA GERAL
Presidente: Dr. António Manuel Costa Gomes da Silva
Vice-presidente: Eduardo Ramos Coronel
1.° Secretário Arlindo Curado Norte
2.° Secretário Manuel da Silva Pedrosa
CONSELHO FISCAL
Presidente: José Lopes Carvalho
Vogal: Rogério da Silva Loureiro
Vogal: Carlos Rodrigues Sousa
SUPLENTE
Presidente: Virgílio Ribeiro Craveiro
Vogal: Gilberto Viera Seco
Vogal :Manuel Oliveira Costa
DIRECÇÃO
Presidente: Odália Maria Gaspar Rodrigues Reais Pinto
Vice Presidente: Acácio Jordão Marques
1.° Secretário: Célia Maria Sousa
2.° Secretário: Paulo Oliveira
Tesoureiro :Agostinho Moreira Gonçalves (Sr. Pinho)
Vogais: Vítor Beja
Manuel Neves
Evaristo Reveles
Mário Alberto Pinto de Oliveira
Alcides Antunes
Adelino Relvas
José Paiva
Manuel Morgado
Licínia Moura
José Luís de Sousa
Suplentes: Pedro Neves Penetra
quarta-feira, 7 de março de 2012
Alfredo Cardoso
Agora aqui a notícia no Portal das Comunidades
Conselheiro na Alemanha acusa Governo de não cumprir o seu programa para a diáspora
O conselheiro das comunidades da área de Osnabrück (Alemanha) acusou hoje o Governo de não cumprir o seu programa no que respeita ao ensino de Português no estrangeiro, à ligação às comunidades e ao reconhecimento das suas organizações representativas.
Em comunicado enviado à Agência Lusa, Alfredo Cardoso refere que o executivo se comprometeu a "eleger o ensino do Português como âncora da política da diáspora", mas despediu 49 professores a meio do ano letivo, "deixando mais de cinco mil crianças sem aulas" na França, na Suíça e em Espanha.
Além disso, apesar de ter prometido "melhorar a ligação direta" das comunidades ao Estado, encerrou quatro vice-consulados e um escritório consular, "obrigando centenas de milhares de cidadãos portugueses a percorrer mais de 400 quilómetros até ao posto consular mais próximo".
Na opinião de Alfredo Cardoso, o executivo de Passos Coelho decidiu mesmo "fechar os postos consulares menos dispendiosos e mais produtivos".
O conselheiro na Alemanha acusa ainda o Governo de "não ter feito nada" para promover a constituição de uma rede de políticos de origem portuguesa no estrangeiro, outro dos pontos do seu programa para as comunidades.
Quanto ao reconhecimento do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) como órgão consultivo, consignado também no programa do executivo PSD/CDS, "o que fez foi ignorá-lo", garante ainda Alfredo Cardoso.
A comunidade portuguesa residente nos países da União Europeia "sente-se enganada por este Governo", pois além de ter ludibriado mais de 5 milhões de portugueses ao proceder contrariamente ao anunciado no seu programa, ainda viola a Constituição da República Portuguesa para impor as suas políticas de ataque aos direitos consagrados na mesma", afirma ainda o conselheiro, citando depois várias passagens da Lei Fundamental para sustentar as suas acusações.
Alfredo Cardoso refere ainda que uma petição com mais de cinco mil assinaturas apresentada na Assembleia da República pelo movimento "Osnabrück Não Desiste", em princípios de janeiro contra o encerramento do vice-consulado nesta cidade alemã, "parece ter caído num saco sem fundo, pois passaram mais de cinco semanas sem qualquer reação por parte do relator".
O vice-consulado de Osnabrück, que servia perto de 23 mil utentes, numa área geográfica equivalente a dois terços de Portugal Continental, encerrou a 29 de fevereiro, e as suas competências foram transferidas para os consulados-gerais de Hamburgo e de Dusseldorf.
Conselheiro Alfredo Cardoso questiona o Governo
O PORTUGAL POST recebeu do membro do Conselho das Comunidades Portuguesas Alfredo Cardoso um comunicado com pedido de publicação na sua íntegra.
Por achar o comunicado oportuno e de interesse para a Comunidade Portuguesa na Alemanha, a redacção do PP reproduz o comunicado no intuito de abrir um debate sobre as questões que Alfredo Cardoso levanta neste seu comunicado.
Correndo alguns riscos, o PP está consciente de que pode abrir um precedente ao editar um comunicado na íntegra de um conselheiro. No entanto, esta não deixa de ser uma excepção num momento em que as Comunidade sentem que o actual Governo não está a cumprir com aquilo que consta no seu programa.
COMUNICADO
A propósito do "PROGRAMA DO XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL" sobre a política para as Comunidades
"Valorizar as Comunidades Portuguesas (pág. 105)
É necessário dar um novo impulso à ligação efectiva entre Portugal e os cidadãos residentes no estrangeiro, apostando simultaneamente no valor estratégico das comunidades portuguesas no estrangeiro. Neste âmbito, o Governo irá:
- ELEGER O ENSINO do português como âncora da política da diáspora;" (pág. 105)
O que fez este governo?
Despediu 49 professores, a meio do ano letivo, deixando mais de 5000 crianças residentes em França, na Suíça e em Espanha sem aulas.
- "Desburocratizar os procedimentos administrativos e simplificar os actos consulares e melhorar a ligação directa, rápida e fácil aos serviços centrais do Estado;" (pág. 105)
O que fez este governo?
Encerrou 4 Vice-Consulados e um Escritório Consular, obrigando centenas de milhares de cidadãos portugueses a percorrerem mais de 400 km até ao posto consular mais próximo. Muitos destes postos não têm capacidade para atenderem o número de pessoas que se dirigem aos mesmos.
Saliente-se, ainda, que o governo decidiu fechar os postos consulares menos dispendiosos e mais produtivos!
- "Promover a constituição de uma rede de políticos de origem portuguesa no estrangeiro;" (pág. 105)
O que fez o governo?
Rigorosamente NADA!
- "RECONHECER o papel do CONSELHO DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS enquanto órgão consultivo do Governo para as políticas de emigração e comunidades portuguesas." (pág. 105)
O que fez o governo?
Ignora o Conselho das Comunidades Portuguesas, pois decidiu:
a) encerrar postos consulares muito produtivos, sem consulta prévia do Conselho das Comunidades Portuguesas;
b) despedir, a meio do ano letivo, 49 professores, deixando mais de 5000 alunos sem o ensino da língua e cultura portuguesas, sem consulta prévia do Conselho das Comunidades Portuguesas;
c) implementar permanências consulares, que APENAS IRÃO EMITIR o Cartão do cidadão e Passaportes, em algumas localidades, sem consulta prévia do Conselho das Comunidades Portuguesas.
Conclusão:
A Comunidade Portuguesa residente nos países da União Europeia sente- se enganada por este governo, pois este, além de ter ludibriado mais de 5 milhões de portugueses ao proceder contrariamente ao anunciado no seu programa de governo, ainda viola a Constituição da República Portuguesa para impor as suas políticas de ataque contra os direitos consagrados na mesma.
O governo agiu desavergonhadamente, contrariamente ao que fora anunciado no seu programa.
A aprendizagem da língua e cultura portuguesas deveria ser a prioridade na diáspora por ser um direito constitucional.
E mais: o governo omite informações ou parte das mesmas, ao não responder e/ou omitir parte de dados relevantes aos parlamentares, à comunicação social e à população em geral.
A petição apresentada pelo movimento "Osnabrück Não Desiste" parece ter caído num saco sem fundo, pois passaram mais de cinco semanas sem qualquer reação por parte do relator.
O que passou a estar em jogo é a própria democracia por estarem a ser desrespeitados direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa tais como:
- o direito à informação e a liberdade de imprensa (alínea a) ponto 1, artigo 39.º);
- assegurar aos filhos dos emigrantes o ensino da língua portuguesa e o acesso à cultura portuguesa (alínea i) ponto 2, artigo 74º);
- assegurar aos filhos dos imigrantes apoio adequado para efectivação do direito ao Ensino; (alínea j) ponto 2, artigo 74.º);
- a garantia dos benefícios sociais dos trabalhadores emigrantes (alínea e) ponto 2, artigo 59.º).
- Sendo tarefas fundamentais do Estado:
· Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais;
· assegurar o ensino e a valorização permanente, defender o uso e promover a difusão internacional da língua portuguesa;
TODOS OS CIDADÃOS GOZAM DOS DIREITOS E ESTÃO SUJEITOS AOS DEVERES CONSIGNADOS NA CONSTITUIÇÃO;
· Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei;
· os cidadãos portugueses que se encontrem ou residam no estrangeiro gozam da protecção do Estado para o exercício dos direitos (…);
· todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações;
· é garantida a liberdade de aprender e ensinar;
· o Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas;
· todos têm direito à educação e à cultura;
· o Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva.
É assim que "Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária" quando se desrespeitam direitos fundamentais consagrados na Constituição da República Portuguesa?
Alfredo Cardoso
Retirado daqui
Marty M no In club
segunda-feira, 5 de março de 2012
A frase
“Não temos pressa e a história garante que venceremos a crise”

Vítor Gaspar, ministro das Finanças
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